Secretaria de Missões da Igreja Assembleia de Deus Ministério no Ipiranga

DESAFIO MISSIONÁRIO: MUTILAÇÃO GENITAL FEMININA (MGF) É UMA REALIDADE QUE AINDA PRECISA SER CONFRONTADA!

Nós, brasileiros, estamos tão “abrasileirados”, cheio da cultura brasileira e do contexto brasileiro que esquecemos que fora do Brasil existe um mundo maior do que podemos dimensionar. Lugares onde a realidade é bem diferente ou totalmente oposta à nossa, onde a liberdade não é algo que está disponível no supermercado e a liberdade de expressão é desconhecida. Onde a voz dos que mais têm a dizer é calada por religiões que causam mais mau do que bem. Onde a justificativa de diversos atos nem tem fundamento.

A mutilação genital feminina (MGF) ou circuncisão feminina é um exemplo de realidade oposta  a nossa. Sim, isso existe e é uma realidade enfrentada por nossa missionária Rosangela na África. A MGF é uma prática ritualística realizada por alguns grupos religiosos, principalmente alguns grupos da religião muçulmana ou adjacentes, que resume-se na remoção de todo ou parte do órgão genital externo feminino. Normalmente esse procedimento cirúrgico sem justificativa médica é realizado em meninas com idades entre 04 e 10 anos de idade, podendo variar de acordo com o seguimento religioso entre alguns dias depois de nascida e a puberdade. Na maioria das vezes, o procedimento é feito sem nenhuma higiene e sem nenhuma anestesia, apenas é utilizado um objeto cortante. Em algumas culturas, a MGF é considerada um rito de passagem à vida adulta e um pré-requisito para o casamento. No entanto, o procedimento é feito contra a vontade da mulher. Segundo as religiões que praticam o ato, a MGF tem como objetivo (ou justificativa) insinuar a pureza e castidade, sendo um modo de preservar a virgindade, tornando a mulher "casável" e ampliando o prazer masculino.

A MGF prejudica a saúde física, emocional e mental das mulheres ao longo de suas vidas e é uma prática que deve ser abolida onde quer que seja praticada. Nós cristãos, trabalhamos e lutamos para promover o bem e a verdade que nos liberta, que é Jesus. Quando contribuímos da forma que podemos para manter um missionário em um lugar como esses, nós estamos automaticamente na frente de batalha para combater práticas como essas que somente prejudicam o ser humano, apesar de alguns acharem correto. Um mulher (seja adulta ou criança) não deve ter que passar por um procedimento desnecessário para poder ser aceita pela sociedade na qual vive ou para poder se casar-se, sabemos que Deus já às fez da forma que tem que ser, perfeitas.

Mas não é fácil mudar uma cultura. Não é fácil para alguém ouvir que algo que ela acredita, está errado. As pessoas tendem a relutar contra a verdade, mas quando as entendem, elas são libertas! Por isso é necessário ter toda ajuda possível em oração para que essa geração de práticas religiosas medicamente injustificáveis, sejam rompidas e inicie-se uma nova geração de pessoas que têm a Cristo no seu coração, que tem amor, e entende que tais atos são desnecessários. Oremos também pela saúde mental, física e emocional de todas as meninas e mulheres que passaram por esse procedimento sem as vezes nem saber o que estava acontecendo!

Ore e contribua para que mais vidas como essas sejam alcançadas, para que possamos enviar mais missionários a lugares tão necessitados como a África.

Reportagem/SEMADI

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